Prós e Contras


ARGUMENTOS PRÓ E CONTRA A TAUROMAQUIA

Jorge Carvalho
Aficionado

Enquadramento


Compreender os movimentos antitauromáquicos implica, também, compreender a evolução da própria tauromaquia, a sua adaptação às adversidades e as várias narrativas que tem utilizado para se defender. Há, essencialmente, duas dicotomias que separam os dois discursos: a ruralidade/urbanidade e o conservadorismo/progressismo cultural.

A tauromaquia formal, como a conhecemos, tem uma natureza aristocrática. Toda a cultura que dela surgiu manifestou sempre traços aristocráticos, tanto no seu lado cerimonial como no seu lado lúdico. Em Portugal, a tauromaquia está associada ao marialvismo e uma das suas grandes referências é Miguel I – o absolutista. Foi, aliás, através de um efetivo de vacas vasqueñas, oferecido pela casa real, que se deram os primeiros passos de uma das mais antigas ganadarias portuguesas – a Ganadaria Palha. Lembre-se, a propósito, que o episódio da Vilafrancada acontece por o autoproclamado rei ter encontrado em Vila Franca de Xira o apoio e o carinho popular que considerou necessários. Não obstante a maior manifestação tauromáquica ser popular, é nestes circuitos que a Festa Brava se vai desenvolver. Há uma dependência dos lavradores, para a criação de gado, das suas propriedades e da sua disponibilidade. A cultura popular vai, por isso, ser condicionada pelos costumes da aristocracia. Nos meios mais urbanos, a cultura popular conhecerá, ao mesmo tempo, outras formas de expressão, viverá dos grandes movimentos migratórios e terá características mais cosmopolitas. Esta diferença significativa criou, inevitavelmente, um choque cultural, sobretudo quando as gerações mais recentes perderam o contacto com o mundo rural. Não podemos ignorar o impacte das políticas europeias para as pescas e agricultura no país periférico.

Com um acesso limitado a determinadas oportunidades, até pelo seu isolamento, as populações rurais terão dinâmicas diferentes em relação aos costumes e à relação com novas circunstâncias socioculturais. E mesmo nas zonas suburbanas ou periféricas dos grandes centros urbanos, houve uma tendência para evitar a perda total de identidade, recorrendo a um certo saudosismo. É, por isso, natural que estas comunidades sejam mais conservadoras e mais próximas de um determinado tipo de ruralismo.

Em oposição, as comunidades urbanas terão uma tendência maior para um certo desprendimento de costumes com os quais não têm, sequer, contacto. A sua permeabilidade a narrativas como a antitauromáquica é muito maior e a ampliação do fenómeno faz-se num terreno mais favorável. Os argumentos, porém, são sempre os mesmos. Mas, ainda assim, podemos considerar que a própria argumentação defensiva da tauromaquia tem contribuído para a consolidação de alguma demagogia.


Os argumentos “antitaurinos”


A defesa dos animais não é um conceito moderno. Não faria sentido, aliás, dar uso diferente a espécies diferentes, domesticar ou selecionar se não houvesse uma consciência protetora dessas mesmas espécies. O grau de subjetividade, porém, pode levar a uma radicalização dessa proteção. Pelos relatos que se conhecem, os movimentos antitaurinos são contemporâneos das primeiras grandes manifestações tauromáquicas formais (as corridas de toiros). Sendo difícil precisar o momento exato do seu surgimento, sem uma pesquisa mais rigorosa, sabemos que os argumentos do séc. XIX, de um decreto de Passos Manuel, de 9 de setembro de 1836, a título de exemplo, são bastante semelhantes ao discurso hoje produzido, sobretudo na adjetivação: divertimento bárbaro, não-civilizado, etc. É curioso verificar que, como se expos em cima, esta iniciativa de Passos Manuel surge no seguimento da derrota dos absolutistas e vem de um homem que nasceu fora do contexto rural da tauromaquia. As razões para esta contenda são, por isso, políticas e vão muito para além da sensibilidade individual ou coletiva.

Temos, assim, em primeiro lugar um argumento de natureza cultural: a barbárie. Para os movimentos antitaurinos, historicamente, as corridas de toiros são a expressão de uma conduta bárbara do homem, refletindo o seu lado violento e insensível para com outros seres. Este argumento assenta numa base de preconceito com a ruralidade e com a capacidade cognitiva dos indivíduos, considerando que há tipos de cultura que são aceitáveis e outros que não o são. Não compreendendo a relação entre o indivíduo rural e a natureza, os movimentos antitaurinos não consideram o lado cultural de práticas e rituais que manifestam a cultura das comunidades. Ou seja, não consideram cultura um fenómeno exterior à sua conceção de cultura e reservam-se o direito de definir o conceito de cultura para todos.

Subsidiariamente a este argumento, surge a equiparação das práticas e rituais tauromáquicos às violações históricas de direitos humanos que se prolongaram ao longo dos séculos. Para tal, recorre-se aos exemplos do esclavagismo, da tortura e da mutilação. O sucesso mediático deste argumento tem sido, nos nossos dias, acompanhado pelas narrativas vegan e vegetarianas e pela crescente equiparação dos homens aos animais. Apesar de não encontrar apoio científico ou jurídico, este argumento tem aumentado o relativismo moral e cultural e passou a servir de critério para um conjunto de decisões que tendem a limitar a liberdade cultural das comunidades e dos seus indivíduos. A radicalização deste discurso tem criado uma retórica de ódio que, a título de exemplo, está patente nas diversas campanhas ativistas onde se mostram homens a ser bandarilhados.

Isto leva-nos a um segundo argumento, de natureza ética. A ideia de sofrimento animal parte do princípio que os aficionados e sujeitos ativos da tauromaquia são insensíveis ao sofrimento e revelam um divertimento sádico ao praticar ou assistir a iniciativas tauromáquicas. Parte-se, aliás, do princípio que “sofrimento” é uma categoria passível de ser associada aos animais. Ora, sofrimento implica consciência de uma dor, é uma categoria que apenas pode ser aplicada aos seres humanos e a sua interpretação é, também ela, cultural. Já a dor é uma categoria que podemos associar aos animais.

Por outro lado, o pressuposto de que se parte, aqui, é o de que a tauromaquia formal é um espetáculo de entretenimento. Ora, uma das características da tauromaquia é a sua natureza fatalista. Não há nada de entretenimento no fatalismo. Não podendo negar que existe um entendimento diferente entre frequentadores de corridas de toiros, considerar que esse é o elemento definidor de um aficionado seria o mesmo que considerar o hooliganismo o elemento definidor de um adepto de futebol.

Com a evolução tecnológica e com as novas ferramentas de participação social, a demanda ética dos movimentos “antitaurinos” passou a tentar expor situações inapropriadas e chocantes no tratamento dos animais para a tauromaquia. As imagens de negligência e dolo por parte dos protagonistas são, em regra, acompanhadas pela ideia de que agentes ligados à tauromaquia usam práticas violentas nos bastidores para enfraquecer e fragilizar os animais. Não negando que tais práticas possam existir, e que devem ser punidas, bastará conhecer a história da tauromaquia para se perceber que, sendo o toiro o centro deste fenómeno cultural, é das suas características mais singulares que vive a tauromaquia: força e bravura. Não faria, por isso, sentido que o objetivo dos agentes tauromáquicos passasse a ser o enfraquecimento dessas características.

O entendimento sobre a dor do animal também está ligado a conceitos biológicos que nem sempre são revelados. O tipo morfológico das reses bravas não é semelhante ao dos outros animais. A questão ética aqui prende-se com considerar a aplicação de instrumentos cortantes como um ato de violência e não como um ato de apuramento de tais características. Esta perceção divergente sobre um mesmo ato ser-nos-ia suficiente para entender os argumentos em contenda.

Um terceiro argumento, mais recente, é de natureza económica e tem duas vertentes essenciais: o património e a tangiblidade económica. Uma parte significativa da retórica antitaurina atual considera que o impacte económico é residual, seja pelo número de trabalhadores envolvidos, seja pelas receitas e pelo decréscimo da assistência nos espetáculos, sobretudo no que respeita a receitas e economia indireta.

Considerar o fator económico um argumento válido quando falamos de património cultural imaterial pode ter consequências dramáticas na defesa do acesso, fruição e proteção de todas as manifestações culturais (populares ou eruditas). Por outro lado, na perspetiva de rentabilização do património edificado, parece ser cada vez mais consensual que as praças de toiros podem ser indissociáveis da tauromaquia. Recorremos aqui a uma controvérsia recente sobre o Forte de Peniche e a sua utilização para fins exclusivamente turísticos.

As normas internacionais têm reforçado a ideia de que o património cultural, material e imaterial, constituindo um fenómeno único, não deve ser desintegrado. Nalguns casos, o esforço para reutilizar imóveis tem sido tal, que chega a parecer que o apoio dado contra a tauromaquia prende-se mais a interesses imobiliários do que a convicções. Esta possibilidade, muitas vezes especulativa, ajuda, pelo menos, a interpretar determinado tipo de ações contra a tauromaquia e a traçar um perfil mais transparente dos seus patrocinadores.

Existem, aliás, algumas suspeitas de ligação dos movimentos animalistas internacionais a organizações com interesses económicos. Veja-se o caso do PACMA (partido espanhol) e o reconhecimento do seu envolvimento com a CAS Internacional – uma organização holandesa. Quer-se com isto dizer que a invocação de fatores económicos não é, necessariamente, alheia a outras vantagens para outros interesses.

Os argumentos “antitaurinos” invocam, com frequência, o anacronismo da tauromaquia. Este é, até, um dos argumentos mais utilizados tanto por “antitaurinos” como por “taurinos” pessimistas. A inevitabilidade do fim da tauromaquia parece ser, cada vez mais, uma certeza e a confiança na salvaguarda do património cultural muito baixa. Isto significa que qualquer fenómeno que não esteja protegido legalmente corre riscos de desaparecimento, por ação ou omissão. Com efeito, surge um conjunto de sentenças: a cultura rural é decadente e residual, as sociedades modernas vão acabar por recusar estas práticas e em poucos anos a tauromaquia desaparecerá.


Os argumentos “taurinos”


No debate público sobre tauromaquia, a guerra de palavras toma um lugar cimeiro. No início desta reflexão começou-se por utilizar a expressão “antitauromáquico” para nomear os opositores da tauromaquia. Porém, o conceito mais frequente é “antitaurino”. Este conceito é equívoco, se recorrermos à etimologia, e, para além de criar antagonismos generalistas, tenta transmitir a ideia de que todos os opositores são “inimigos” do toiro. É necessário ressalvar que as tentativas de proibicionismo da tauromaquia são o princípio do fim de uma espécie, pelo que a expressão não será um equívoco total. Porém, não podemos dizer com toda a certeza que todos os indivíduos que se opõem à tauromaquia desejam a extinção do animal.

Neste sentido, a expressão “antitaurino” também pode ser desfavorável para a tauromaquia. Para os aficionados, o centro da sua cultura é o toiro. Ao antagonizar os seus oponentes com conceitos equívocos, poderá estar a criar condições para a relativização da importância da manutenção da espécie.

Não sendo este um dos problemas centrais na argumentação tauromáquica, ele também nos ajuda a compreender a relação que o aficionado tem, hoje, com a festa dos toiros. Reforça-se, aqui, a ideia de que o centro dessa festa é o toiro. Significa que, sempre que haja práticas que vão contra esta ideia, essas práticas são antitaurinas, mesmo dentro da própria tauromaquia.

Salvaguardar a tauromaquia enquanto património imaterial implica, também, protegê-la da negligência interna e da tolerância a comportamentos menos éticos ou criminosos. As suspeitas destas práticas constituem um tabu que descredibiliza, muitas vezes, a tauromaquia. Quer isto dizer que os agentes da tauromaquia devem ser os primeiros a zelar pelo bem-estar animal. Em recintos menos profissionais ou praças de segunda ou terceira categoria não é claro que se consiga garantir esta premissa.

Isto leva-nos a um argumento utilizado pelos taurinos que consideram todas as leis relativas ao bem-estar animal como um ataque à tauromaquia. Este argumento ajuda a confirmar a ideia preconceituosa de que os aficionados são insensíveis às preocupações com o bem-estar animal. O bem-estar animal é condição sine qua non para a salvaguarda da tauromaquia e da preservação do toiro.

Ainda no âmbito da linguagem, outro argumento frequente em reação às investidas antitauromáquicas, é a tradição. A tradição é utilizada como se todos os fenómenos devessem ficar cristalizados no tempo. Porém, tradição, enquanto fenómeno de transmissão do passado para o futuro, de geração para geração, implica uma evolução, para além de continuidade; é um movimento. Este movimento pode ser interrompido por novas premissas éticas de novas narrativas civilizacionais. Contudo, poucos fenómenos culturais têm evoluído tanto como a tauromaquia, muitas vezes contra a vontade de certos setores da afición. A cristalização da tauromaquia poderá, até, conduzi-la para a sua folclorização. Assim, tradição concorre, neste argumentário, com um conceito mais sólido que é o de património cultural, conceito este que é protegido pelo direito internacional.

As questões económicas também são utilizadas pelos defensores da tauromaquia. Como já foi referido, o argumento económico é ambíguo e pode ser contraproducente. Justificar a tauromaquia pela sua importância económica relativiza a sua importância cultural e a sua legítima intangibilidade. Por vezes, para demonstrar a sua abertura à sociedade moderna, surge a ideia de rentabilização dos recintos tauromáquicos. Esta necessidade só existe pela insuficiência de provisão pública que contribua para o acesso dos públicos, sendo que esse é um dos papéis do Estado na salvaguarda do património. A rentabilização dos recintos tauromáquicos iria, inevitavelmente, conduzir a uma mercadorização do património edificado, o que poderá ter consequências irreversíveis na defesa das atividades tauromáquicas.

Mais recentemente tem ganho expressão o argumento ecológico ou ambiental. Argumentam os taurinos que a criação do toiro bravo, que apenas a tauromaquia justifica, preserva o ambiente, particularmente o montado, e a biodiversidade, já que onde pastam toiros encontram um meio favorável para a sua preservação muitas outras espécies animais selvagens.

Mas para já o argumento mais sólido em defesa da tauromaquia continua a ser o seu valor cultural, a defesa da liberdade e da identidade cultural, dos indivíduos e das comunidades.


Proibições


A problemática das proibições coloca em confronto as duas linhas argumentativas. Ela é, sobretudo, uma problemática política. Juridicamente a tauromaquia está protegida pela ideia contemporânea de património cultural. Reconhecida como um fenómeno cultural da identidade nacional, a tauromaquia tem sobrevivido aos ataques que lhe são destinados.

Assim, as proibições ou constrangimentos à tauromaquia terão sempre uma natureza política que sobrevive, claro, da opinião dominante na sociedade. Sabemos que a opinião dominante está associada aos meios de comunicação dominantes. Os meios de comunicação tradicionais (jornais, rádio, televisão) não assumem um papel preponderante nesta matéria e a sua extensão para a formulação da opinião pública é hoje insuficiente.

Já os meios de comunicação contemporâneos, como as edições online dos media ou as redes sociais, sobretudo Twitter, Facebook e Instagram, são as plataformas preferenciais para este combate político específico. Os meios e as formas utilizadas sugerem uma organização perfeita. A título de exemplo, a Prótoiro entrou nas redes sociais de uma forma e hoje, através da marca Touradas, tem um alcance muito maior do que aquele que tinha inicialmente. A própria criação da Tauronews teve um impacto fundamental. Acontece que muito antes disto os adversários ativos da tauromaquia já haviam chegado a estes meios, capitalizando o seu discurso com muito mais tempo.

A solução para a tauromaquia está no Direito, especificamente no Direito do Património Cultural. Tanto a legislação nacional (a lei de bases) como os Acordos Internacionais têm base suficiente para ajudar as populações taurinas a salvaguardar o seu património cultural e a protege-lo dos ataques externos. Na definição de Património Cultural nos vários tratados foi incluída a categoria “prática ritual” não por acaso.

Há, porém, um problema com que a tauromaquia se irá debater, que é aquilo que aparenta ser uma escassez de movimento social e alguma fragmentação. Por isso, a mobilização deverá ser pela construção da estrutura argumentativa e não na cedência à discussão selvagem e inconsequente.



ARGUMENTOS A FAVOR: ARGUMENTOS CONTRA:
• A corrida de toiros é arte e a tauromaquia é uma cultura que merece ser preservada;

• A tauromaquia faz parte da identidade portuguesa, representando a identidade (conjunto de atividades da qual a Festa de Toiros é parte essencial) de muitas regiões;

• A tauromaquia, como muitos outros rituais, por exemplo o desporto, é um instrumento de controlo da violência.

• Sem as touradas, a raça do toiro bravo seria extinta;

• O toiro praticamente não sente dor durante a corrida de toiros, segundo estudos científicos;

• Os toiros nascem para serem lidados, sendo animais agressivos por natureza;

• O toiro no campo é extremamente bem cuidado;

• Não há quem goste mais do toiros do que os aficionados;

• A criação dos toiros contribuem positivamente para o ambiente onde estão inseridos;

• A tauromaquia é um setor que emprega muita gente (por vezes famílias inteiras).

• A tauromaquia é caracterizada por ações que não são aceitáveis numa sociedade civilizada;

• Estudos científicos apontam no sentido de que as agressões sofridas antes e durante as corridas de toiros sejam não só dolorosas mas incapacitantes;

• Há uma diferença entre instinto de sobrevivência e autodefesa de um animal e o seu temperamento e personalidade;

• A tauromaquia contribui para que as pessoas se tornem, não só insensíveis perante o sofrimento animal, como também seres violentos;

• As touradas não são arte são tortura sobre um ser indefeso obrigado a combater.


ORGANIZAÇÕES A FAVOR DA TAUROMAQUIA:


Movimento a Favor das Corridas de Toiros na Póvoa de Varzim

Movimento "Vianenses pela Liberdade"

PróToiro – Federação Portuguesa de Tauromaquia


ORGANIZAÇÕES CONTRA A TAUROMAQUIA:


Abiul Sem Touradas

Alcochete Anti-touradas

Algarve pela Abolição da Tauromaquia (AAT)

Almeirim Anti-Touradas

ANIMAL

ATA – Abolição da Tauromaquia nos Açores

Beja Anti-Tourada

Caldas da Rainha Anti-Touradas

CAPT – Campanha Abolicionista da tauromaquia em Portugal

Cidade de Albufeira Anti Tourada

Coligação "Unidos Contra as Touradas"

Contra Tourada em Seia

Évora Anti-Tourada

Figueira Sem Tourada

Grupo anti-touradas do Cartaxo

Grupo Central Anti Tourada

Lisboa Anti-tauromaquia

Marinhenses Anti-Touradas

"Minho" – Anti Touradas

Movimento Anti-Taurino Póvoa de Varzim

Movimento Internacional Anti-Touradas

Movimento pela Abolição da Tauromaquia em Portugal (MATP)

Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA)

NÃO queremos uma praça de toiros nova na Linha de Cascais

Nisa sem Touradas

Odivelas Anti-Tourada

PAN – Pessoas, Animais e Natureza

Plataforma Basta de Touradas

Ponte de Lima SEM Tortura Animal

Porto anti-touradas

Ribatejanos Anti-Touradas

Santarém Sem Touradas

Sintrenses Anti-Touradas

Torres Vedras Contra Touradas

Viana Anti-Touradas

VilaFranquenses Anti-tauromaquia


FONTES ESCRITAS


- Posições a favor e contra as touradas estão a radicalizar-se (Público 08.05.2009)

- Touradas: a favor ou contra? (Jornal de Notícias 19.06.2017)

- Touradas: Cultura de liberdade vs. Cultura autoritária (Diário de Notícias 04.07.2018)

- 69% dos lisboetas são contra a promoção de touradas pela Casa Pia. (Basta 2018)

- Touradas voltam a ganhar espectadores pelo terceiro ano consecutivo (Público 26.12.2019)

- Sondagem revela que 67% dos inquiridos não votariam num partido que acabasse com as touradas (Público 30.01.2020)

- Aumento do IVA nas touradas Obviamente! (Público 03.02.2020)

- IVA das touradas: 38 deputados do PS contra subida mas obrigados a votar a favor (Público 04.02.2020)


REGISTOS BIBLIOGRÁFICOS


- Haro, Fernando Ampudia de (2020), "O Processo Civilizacional da Tourada: Guerreiros, Cortesãos, Profissionais… e Bárbaros?", Lisboa, Imprensa de História Contemporânea (disponível em: https://imprensa.ihc.fcsh.unl.pt/wp-content/uploads/sites/52/2020/06/AmpudiaF_book.pdf)


REGISTOS VIDEOGRÁFICOS


https://www.rtp.pt/play/p4234/e375310/pros-e-contras (parte 1)

https://www.rtp.pt/play/p4234/e375310/pros-e-contras/703638 (parte 2)

https://arquivos.rtp.pt/conteudos/festa-brava/