Diferenças entre edições de "Castas Fundacionais"
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| − | ''' | + | '''REGISTOS BIBLIOGRÁFICOS''' |
| − | + | APCTL (2019), “Livro das ganadarias portuguesas registadas na APCTL, 2019”, Porto Alto, APCTL | |
| − | + | Correia, Pedro (2012), “Posicionamento Genético do Gado Bravo da Ilha Terceira em Relação à Raça Brava de Lide”, Dissertação de Mestrado em Engenharia Zootécnica, Universidade dos Açores | |
| − | + | Grupo Tauromáquico “Sector 1” (2019), “Manual do aficionado. Como ver uma corrida de toiros”, in III Curso de Formação Taurina. | |
| − | + | Lucas, A. V. (2006), “Ganadarias Portuguesas 2006”, Porto Alto, Edição Associação Portuguesa de Criadores de Touros de Lide, pp. 30-150 | |
Revisão das 15h54min de 8 de setembro de 2020
Os toiros de lide contemporâneos derivam de um conjunto de castas originais, denominadas de castas fundacionais. As três principais características para classificar essas castas são a geografia, a morfologia e o comportamento.
Do ponto de vista geográfico as castas fundacionais têm origem em três territórios: Espanha, Portugal, e França.
Espanha é o território de onde são identificadas mais castas, sete: Morucha Castellana, Jijona e Toros de La Tierra, Navarra, Cabrera, Gallardo, Vista Hermosa e Vasquenha. Na atualidade as castas predominantes são a Vistahermosa e a Vasquenha.
Quadro - Principais castas, encastes e linhas actuais em Espanha
| Casta | Encaste | Linha | |
|---|---|---|---|
| Cabrera | Miura | ||
| Galhardo | Pablo Romero | ||
| Navarra | |||
| Vasquenha | Cocha e Sierra | ||
| Veragua | |||
| VistaHermosa | Murube - Urquijo | ||
| Contreras | |||
| Saltilho | |||
| Santa Coloma | Buendía | ||
| Graciliana Pérez-Tabernero | |||
| Conquila | |||
| Derivados de Parladé | Albaserrada | ||
| Urcola | |||
| Gamero - Cívico | |||
| Pedrajas | |||
| Conde de la Corte | |||
| Atanasio Fernández | |||
| Juan Pedro Domecq | |||
| Nuñez | |||
| Torrestrella | |||
| Cruces com Vistahermosa | Hidalgo - Barquero | ||
| Vega - Villar | |||
| Villamarta | |||
Fonte: adaptado de https://www.toroslidia.es
Em Portugal existe uma casta de sangue puro português. De acordo com Lucas (2006) existem pelo menos seis encastes derivados da Casta Portuguesa, quatro dos quais de origem em território continental e outros dois da região dos Açores. No entanto, atualmente, estes encastes apenas estão presentes num pequeno número de ganadarias.
Quadro – Casta portuguesa e encastes derivados
| Casta | Encaste | Região |
|---|---|---|
| Portuguesa | Vaz Monteiro | Continente |
| Norberto Pedroso | Continente | |
| Lafões | Continente | |
| J. Fagundes | Continente | |
| Castro Parreira | Açores | |
| Dinis Fernandes | Açores |
Por último, da região de França, também é reconhecida uma casta fundacional, a Camarguesa.
REGISTOS BIBLIOGRÁFICOS
APCTL (2019), “Livro das ganadarias portuguesas registadas na APCTL, 2019”, Porto Alto, APCTL
Correia, Pedro (2012), “Posicionamento Genético do Gado Bravo da Ilha Terceira em Relação à Raça Brava de Lide”, Dissertação de Mestrado em Engenharia Zootécnica, Universidade dos Açores
Grupo Tauromáquico “Sector 1” (2019), “Manual do aficionado. Como ver uma corrida de toiros”, in III Curso de Formação Taurina.
Lucas, A. V. (2006), “Ganadarias Portuguesas 2006”, Porto Alto, Edição Associação Portuguesa de Criadores de Touros de Lide, pp. 30-150
