Diferenças entre edições de "Rui Salvador"

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Revisão das 02h48min de 24 de abril de 2020

Rui João Rodrigues Salvador nasceu a 1 de janeiro de 1965, em Lisboa. Foi em Tomar na quinta da família, que nasceu a sua paixão pelos cavalos e o sonho de se tornar cavaleiro tauromáquico.

Estreou-se em público na praça de toiros de Vila Nova da Barquinha, a 13 de fevereiro de 1976. No ano seguinte, a 22 de fevereiro, debutou, ainda como cavaleiro amador, na Monumental do Campo Pequeno no tradicional festejo de Carnaval. Este ano fica também marcado pela sua estreia internacional, como amador, na cidade francesa de Nîmes, a 3 de setembro, que ocasionou uma triunfal saída em ombros. Como amador toureou com as maiores figuras da época como David Ribeiro Telles ou os irmãos Conde.

Culminando a sua triunfal carreira como cavaleiro amador, Rui Salvador apresentou-se a 19 de abril de 1981, em Tomar, para prestar provas para cavaleiro praticante.

A 9 de agosto de 1984 Salvador voltou ao Campo Pequeno para tomar a alternativa de cavaleiro tauromáquico, tendo como padrinho José Mestre Baptista e como testemunha João Moura. Completaram o cartel os forcados amadores de Montemor e Lisboa, frente a toiros de João Moura.

Por ocasião dos seus trinta anos de alternativa, lidou em solitário seis toiros Murteira Grave, na praça de toiros José Salvador, em Tomar, a 8 de maio de 2014. Os trinta e cinco anos foram assinalados no Campo Pequeno a 9 de agosto de 2019 em corrida dedicada ao emigrante, sendo que as comemorações tiveram início em Samora Correia, com a inauguração da exposição “Uma vida, uma paixão”, patente no Centro Cultural da cidade.

A 23 de fevereiro de 2019, integrou o cartel de luxo do festival taurino que decorreu no Campo Pequeno no âmbito do Dia da Tauromaquia, juntamente com os cavaleiros António Telles, Luís Rouxinol, Rui Fernandes, Filipe Gonçalves, João Moura jr, João Telles e Francisco Palha e com os matadores António João Ferreira, Nuno Casquinha e Manuel Dias Gomes. Durante a lide, depois de cravar mais um ferro, Salvador perdeu o equilíbrio e acabou por cair do cavalo sofrendo várias investidas do toiro. O acidente acabou por provocar duas costelas partidas, contudo, a aparatosa colhida não lhe comprometeu a temporada.

Rui Salvador defende a Corrida de Toiros à Portuguesa e, como tal, não toureia em corridas de morte. Ainda assim ao longo da sua carreira atuou em Macau, França e EUA.

Para além de cavaleiro tauromáquico Rui Salvador é arquiteto, agricultor e organizador de eventos na Quinta do Falcão, propriedade da família.