Diferenças entre edições de "Tertúlia "Alhandra, a Toireira""
| Linha 10: | Linha 10: | ||
A vida desta tertúlia ficou a dever-se à ação de cerca de 10 pessoas, nomeadamente, Joaquim Alves da Costa, Abílio Lisboa Borges; Óscar Ribeiro dos Santos Palmela, José Luís Serra Pereira, Jorge da Conceição Borges, Álvaro Costa, Alfredo da Conceição Dias, João Júlio Palha, Fernando Rato, Manuel Luís Borges. | A vida desta tertúlia ficou a dever-se à ação de cerca de 10 pessoas, nomeadamente, Joaquim Alves da Costa, Abílio Lisboa Borges; Óscar Ribeiro dos Santos Palmela, José Luís Serra Pereira, Jorge da Conceição Borges, Álvaro Costa, Alfredo da Conceição Dias, João Júlio Palha, Fernando Rato, Manuel Luís Borges. | ||
| − | O nome da tertúlia “Alhandra, a Toireira” resulta da designação feita à região de Alhandra, cognominada de “toireira” , pelo escritor Almeida Garrett na sua obra “Viagens na Minha Terra”: “(…) Quando demos o nome à tertúlia pensámos de certa forma no livro de Almeida Garrett, isto porque nele encontram-se muitas das ideias que queremos transmitir com a tertúlia (...)”. | + | O nome da tertúlia “Alhandra, a Toireira” resulta da designação feita à região de Alhandra, cognominada de “toireira” , pelo escritor Almeida Garrett na sua obra “Viagens na Minha Terra”: “(…) Quando demos o nome à tertúlia pensámos de certa forma no livro de Almeida Garrett, isto porque nele encontram-se muitas das ideias que queremos transmitir com a tertúlia (...)” [https://www.cm-vfxira.pt/cmvfxira/uploads/writer_file/document/18473/Alhandra_-_A_Toireira_-.pdf]. |
Revisão das 12h02min de 5 de fevereiro de 2020
À semelhança do que aconteceu com muitas tertúlias, “Alhandra, a Toireira” surgiu por intermédio de um grupo de amigos de longa data, que se reuniam para assistirem em conjunto a espetáculos e corridas taurinas, em Portugal e/ou Espanha.
Durante vários anos, diversos cafés e restaurantes serviram de locais de reunião para os que viriam a fundar esta tertúlia, uma vez que o desejo de possuir um espaço próprio, privado e independente começou a surgir nestes elementos, com o objetivo de representar o vasto ideário com o qual se sentiam identificados.
A fundação da tertúlia “Alhandra, a Toireira” data de 1 de novembro de 1992, quando num jantar no restaurante “São Domingos”, em Elvas, (após assistirem a uma corrida de toiros em Mérida), alguns dos membros que viriam a ser os fundadores da tertúlia decidiram por unanimidade e com grande entusiasmo iniciar os procedimentos de pesquisa do que viria a ser a sua primeira sede – na Rua Manuel António, n.º 17 em Alhandra –, de acordo com o Portal do Associativismo da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira.
Cerca de um ano depois e devido ao crescente aumento do número de membros/tertulianos verificou-se a necessidade de alargar o espaço disponível da sede, deste modo a tertúlia mudou-se para a sua atual localização – local que é referência para a população de Alhandra. Este espaço físico foi cedido em regime de arrendamento, contudo as coleções lá existentes são propriedade dos seus membros, que atualmente conta com cerca de 29 sócios.
A vida desta tertúlia ficou a dever-se à ação de cerca de 10 pessoas, nomeadamente, Joaquim Alves da Costa, Abílio Lisboa Borges; Óscar Ribeiro dos Santos Palmela, José Luís Serra Pereira, Jorge da Conceição Borges, Álvaro Costa, Alfredo da Conceição Dias, João Júlio Palha, Fernando Rato, Manuel Luís Borges.
O nome da tertúlia “Alhandra, a Toireira” resulta da designação feita à região de Alhandra, cognominada de “toireira” , pelo escritor Almeida Garrett na sua obra “Viagens na Minha Terra”: “(…) Quando demos o nome à tertúlia pensámos de certa forma no livro de Almeida Garrett, isto porque nele encontram-se muitas das ideias que queremos transmitir com a tertúlia (...)” [1].
Galeria de fotos
Redes sociais: https://www.facebook.com/profile.php?id=100012944917502
Localização: Rua Vasco da Gama, n.º 35 r/c | 2600-529 Alhandra