Diferenças entre edições de "António Badajoz"

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É considerado pela crítica tauromáquica como um dos maiores bandarilheiros portugueses de todos os tempos e um dos mais importantes a nível mundial.  
 
É considerado pela crítica tauromáquica como um dos maiores bandarilheiros portugueses de todos os tempos e um dos mais importantes a nível mundial.  
  
António Badajoz tomou alternativa no Campo Pequeno a 9 de Setembro de 1949, sendo-lhe esta concedida por José Segarra. Viria a despedir-se das arenas igualmente no Campo Pequeno, a 5 de Setembro de 1991.
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António Badajoz tomou alternativa no Campo Pequeno a 9 de setembro de 1949, sendo-lhe esta concedida por José Segarra. Viria a despedir-se das arenas igualmente no Campo Pequeno, a 5 de setembro de 1991.
 
 
Durante a sua carreira actuou um pouco por todo o mundo taurino, integrando nas quadrilhas das maiores figuras do toureio como os cavaleiros João Núncio, Luís Miguel da Veiga, José João Zoio e Paulo Caetano e os matadores de toiros Francisco Mendes, Manuel dos Santos, José Júlio e José Trincheira.
 
 
 
Com seu irmão Manuel Badajoz, também bandarilheiro, fundou uma escola de toureio em Coruche da qual saíram consagrados matadores de toiros como Joaquim Marques, José Simões, José Falcão, Óscar Rosmano, Vitor Mendes e "Parreirita Cigano" e vários bandarilheiros.
 
 
 
 
 
Nos anos 1960 António Badajoz integrou a quadrilha do matador Manuel dos Santos, com José Tinoca e Manuel Barreto, uma formação de tal modo competente que o público e a crítica chamava de Quadrilha-Maravilha.[6] Além de Manuel dos Santos, vestiu-se igualmente de prata nas quadrilhas de Francisco Mendes, José Júlio e José Trincheira e de um conjunto importante de cavaleiros tauromáquicos — João Branco Núncio, Luís Miguel da Veiga, José João Zoio, Emídio Pinto, Manuel Jorge de Oliveira e Paulo Caetano.[7]
 
 
 
Os irmãos António e Manuel Badajoz fundaram nos anos 1950 a Escola de Toureio de Coruche, que viria a originar o aparecimento de vários bandarilheiros e matadores — entre estes, José Simões, Ricardo Chibanga, José Falcão, Óscar Rosmano, Parreirita Cigano e Vítor Mendes os últimos alunos desta escola foram José Alexandre e João Carlos Lorena. Levando o nome de Coruche além fronteiras.[8][9]
 
 
 
António Badajoz despediu-se do público no Campo Pequeno, em 5 de setembro de 1991, sendo sucedido pelo seu irmão Manuel, em 11 de outubro de 1992.[10]
 
 
 
Em 2009, no Núcleo Tauromáquico do Museu de Coruche, foi inaugurada a exposição António Badajoz,[11] por ocasião dos seus 60 anos de alternativa.[12]
 
 
 
Em 06 de julho de 2019 realizou-se uma tourada em homenagem a Manuel Badajoz, na praça de Coruche, em Santarém que acabou com cavaleiros e forcados feridos.
 
 
 
Ana Batista e João Moura Júnior sofreram “aparatosas colhidas” quando lidavam o segundo e sexto touros, respetivamente, e tiveram de ser assistidos e transportados para o Hospital de Santarém. A colhida violenta de João Moura Jr fez com que o seu cavalo, batizado de Xeque-Mate, sofresse uma fratura exposta. O animal foi abatido.
 
 
 
Os forcados João Ventura e Luís Fera também sofreram ferimentos graves quando pegavam o quinto touro. Ventura perdeu os sentidos na arena, enquanto que Fera sofreu uma fratura no maxilar e teve de ser transportado de helicóptero para o Hospital de São José, em Lisboa onde se encontra em coma induzido.[13]
 
  
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Durante a sua carreira actuou um pouco por todo o mundo taurino, integrando nas quadrilhas das maiores figuras do toureio como os cavaleiros João Núncio, Luís Miguel da Veiga, José João Zoio, Manuel Jorge de Oliveira e Paulo Caetano e os matadores de toiros Francisco Mendes, Manuel dos Santos, José Júlio e José Trincheira.
  
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Com seu irmão Manuel Badajoz, também bandarilheiro, fundou uma escola de toureio em Coruche na década de 50 do século XX da qual saíram consagrados matadores de toiros como Joaquim Marques, José Simões, José Falcão, Óscar Rosmano, Vitor Mendes e "Parreirita Cigano" e vários bandarilheiros.
  
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Em 2009, no Núcleo Tauromáquico do Museu de Coruche, foi inaugurada a exposição António Badajoz, por ocasião dos seus 60 anos de alternativa.
  
  

Revisão das 16h44min de 10 de agosto de 2020

António Pereira Cipriano, conhecido como António Badajoz nasceu em Coruche no dia 22 de setembro de 1922.

É considerado pela crítica tauromáquica como um dos maiores bandarilheiros portugueses de todos os tempos e um dos mais importantes a nível mundial.

António Badajoz tomou alternativa no Campo Pequeno a 9 de setembro de 1949, sendo-lhe esta concedida por José Segarra. Viria a despedir-se das arenas igualmente no Campo Pequeno, a 5 de setembro de 1991.

Durante a sua carreira actuou um pouco por todo o mundo taurino, integrando nas quadrilhas das maiores figuras do toureio como os cavaleiros João Núncio, Luís Miguel da Veiga, José João Zoio, Manuel Jorge de Oliveira e Paulo Caetano e os matadores de toiros Francisco Mendes, Manuel dos Santos, José Júlio e José Trincheira.

Com seu irmão Manuel Badajoz, também bandarilheiro, fundou uma escola de toureio em Coruche na década de 50 do século XX da qual saíram consagrados matadores de toiros como Joaquim Marques, José Simões, José Falcão, Óscar Rosmano, Vitor Mendes e "Parreirita Cigano" e vários bandarilheiros.

Em 2009, no Núcleo Tauromáquico do Museu de Coruche, foi inaugurada a exposição António Badajoz, por ocasião dos seus 60 anos de alternativa.


REGISTOS GRÁFICOS







REGISTOS FOTOGRÁFICOS



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FONTES ESCRITAS


- Casa-Museu Mário Coelho (catálogo)

- Antigo matador de touros Mário Coelho morreu aos 84 anos (Observador 05.07.2020)


REGISTOS VIDEOGRÁFICOS


https://www.youtube.com/watch?v=o4WjmNEaaJ8

https://www.youtube.com/watch?v=CHS0NWP5Fpg

https://arquivos.rtp.pt/conteudos/tourada-em-lourenco-marques-4/

https://arquivos.rtp.pt/conteudos/passeio-taurino-2/

https://arquivos.rtp.pt/conteudos/passeio-taurino-5/

https://arquivos.rtp.pt/conteudos/apresentacao-das-candidatas-a-miss-portugal-1973/


REGISTOS BIBLIOGRÁFICOS


  • Câmara Municipal de Vila Franca de Xira (2012), Exposição de Fotografia Tauromáquica “Glórias em Vila Franca de Xira”, Jornal da Exposição.
  • Sousa, António de Sousa (2020), "Mário Coelho - Um Homem Inteiro", Lisboa, Âncora Editora