Diferenças entre edições de "Toiro Bravo nas Ilhas dos Açores"
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Revisão das 16h03min de 8 de setembro de 2020
Tal como as Vinhas do Pico, os Moinhos de Vento, os Jardins dos Açores, a Levada do Faial, o Aqueduto de São Miguel, a Fajãs, entre outros, o espaço social, material, físico e ambiental dos Açores, em particular na ilha Terceira, associados ao Toiro Bravo é considerado pela Governo da Região Autónoma como Património Cultural.
Os conteúdos sugeridos nesta seção reportam-se a um conjunto de produções audiovisuais e fotográficas, que focaram variados temas, entre os quais a Ecologia e a relação do toiro com o Ambiente. Outros tópicos incluem as representações sociais associadas à cultura tauromáquica, a seleção e a criação do toiro, e aspectos económicos desta atividade, sejam diretos ou indirectos, como o turismo.
Os conteúdos aqui apresentados foram retirados do sítio na internet da Direção Regional do Ambiente do Governo Autónomo dos Açores (siaram.azores.gov.pt), ao abrigo da permissão da sua utilização para fins educativos e não comerciais.
Património Cultural dos Açores: O Toiro Bravo na Ilha Terceira
REGISTOS FOTOGRÁFICOS
Exemplares de algumas fotografias:
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Fonte: 70 fotografias do toiro e do seu habitat nos Açores - Colaboração das Ganadarias de Rego Botelho, Francisco Sousa e Casa Agrícola José Albino Fernandes.
REGISTOS VIDEOGRÁFICOS
Francisco Maduro Dias - Historiador
Ver um grupo de touros, ao longe, na paisagem, sobretudo naquelas montanhas mais escalavradas que temos no interior da Terceira é sempre uma imagem de que gostamos, que nos consola, que nos faz sentir identificados, localizados e estabilizados. Existe um espaço, existe vida e um conjunto de atitudes, uma cultura, onde tudo se complementa...
Arnaldo Ourique – "Taurinidade Açoriana – Da Legislação sobre Arte Taurina, Touros e Touradas nos Açores"
Descoberta a Terceira em 1427 ou 1432, no ano de 1451 atracam à ilha as primeiras naus que deram início ao seu povoamento. Nestas e nas seguintes naus veio uma fidalguia lusitana vocacionada para as artes taurinas e um povo inteiro ligado ao culto do Espírito Santo. Por isso o Toiro, a Tourada à Corda e a Corrida de Praça foram introduzidos durante o povoamento da ilha que finalizou em 1534, altura em que Angra é cidade, a Praia e S. Sebastião são vilas há muito, e o povo terceirense é reconhecido pela sua vocação especial para as artes taurinas por «costume e compromisso antigos»
Eduardo Dias – Professor Auxiliar Universidade dos Açores - GEVA
O touro desenvolveu ao longo dos tempos, nos terceirenses, uma perceção da importância dos recursos naturais que de outra maneira poderia não existir de forma tão expressiva nas pessoas. O touro pode ter sido o catalisador de uma cultura mais ligada à natureza, fornecendo percursos de conciliação entre valores culturais e valores naturais no uso de recursos sustentáveis.
João Pedro Barreiros – Doutor em Biologia/Ecologia Animal com Agregação em Comportamento Animal, Universidade dos Açores
Há uma relação importante entre os lugares onde são criados touros bravos e os ecossistemas naturais na ilha Terceira. As ganadarias acabam por ser reservas biológicas onde existe todo o interesse em estudar e monitorizar a vida selvagem que ocorre nesses espaços.
Artur Machado – Professor Universitário Universidade dos Açores Responsável pelo Centro de Biotecnologia dos Açores
Quase tudo o que é hoje o interior da Terceira deve-se ao touro bravo. A preservação destes animais é fundamental na proteção da natureza e ao mesmo tempo ajuda-nos a definir a nossa identidade.
José Parreira – Arquiteto e Aficionado
Na relação que o Homem tem com o ambiente na ilha Terceira o touro é um elemento fundamental reafirmando a sua importância como garante da proteção da natureza. Preservar este animal nesta ilha é também garantir a preservação de um determinado ecossistema ambiental onde ele está integrado
Arlindo Teles – Presidente da Tertúlia Tauromáquica Terceirense
O culto ao touro dá-se na ilha Terceira como em mais nenhum lugar do mundo e essa ligação condicionou a paisagem da ilha e protegeu a biodiversidade. Sem a presença do touro a Terceira já teria perdido uma grande parte da sua riqueza natural, como aconteceu nas restantes ilhas dos Açores.
FONTES ESCRITAS
- O touro bravo na ilha Terceira (SIARAM 05.2013)
- Turismo - Rota do Toiro (Associação Regional de Turismo – Turismo dos Açores (ART)