Diferenças entre edições de "Distribuição Geográfica das Ganadarias"

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A seguinte figura demonstra a distribuição espacial das ganadarias por NUTSIII.
 
A seguinte figura demonstra a distribuição espacial das ganadarias por NUTSIII.
  
[[Ficheiro:02b Mapa Ganadarias NUTSIII.png|miniaturadaimagem|Fonte: produção própria a partir de dados de APCTL (2019)]]
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[[Ficheiro:02b Mapa Ganadarias NUTSIII.png|centre|Fonte: produção própria a partir de dados de APCTL (2019)]]

Revisão das 15h20min de 8 de abril de 2020

Apesar de a tauromaquia ser um fenómeno com representação abrangente no território nacional, a escolha dos locais para implantação das explorações de gado bravo é menos disperso, contabilizando se 46 municípios com pelo menos uma ganadaria. A criação do toiro bravo exige áreas consideráveis, cerca de 1 a 6 hectares por rese, pelo que a grande maioria das ganadarias certificadas implantam a exploração solar do efetivo nos montados alentejanos, nas regiões do Ribatejo e do Alentejo (APCTL, 2006). De facto, considerando as antigas províncias de Portugal, quase meia centena das atuais ganadarias situam-se na antiga província do Alto Alentejo, 19 no Baixo Alentejo, 30 no Ribatejo, e três em ambas as províncias da Estremadura e Beira Litoral. O arquipélago dos Açores conta com oito ganadarias registadas na APCTL, que representam cerca de 7,6% do total.


Fonte: produção própria a partir de dados de APCTL (2019)


Na atual configuração administrativa, a NUTS II do Alentejo incorpora 84 ganadarias, situando se seis explorações na Área Metropolitana de Lisboa, sete na NUTS II do Centro, e oito na Região Autónoma dos Açores.
A seguinte figura demonstra a distribuição espacial das ganadarias por NUTSIII.

Fonte: produção própria a partir de dados de APCTL (2019)