Diferenças entre edições de "Tertúlia “Velha Guarda”"

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[https://www.youtube.com/watch?v=_vBVftLFhdQ Memórias da Tertúlia "Velha Guarda"]
 
[https://www.youtube.com/watch?v=_vBVftLFhdQ Memórias da Tertúlia "Velha Guarda"]

Revisão das 17h05min de 9 de abril de 2020

A Tertúlia “Velha Guarda” conta com mais de 20 anos de existência com Lourenço Luzio como orgulhoso proprietário deste espaço que encerra muito da história da Festa Brava azambujense.

A paixão pelos toiros surgiu por influências familiares, razão pela qual integrou durante cerca de 18 anos o Grupo de Forcados Amadores de Azambuja, que em muito marcou a sua vida, ao ponto de se juntar aos velhos companheiros e denominar a Tertúlia de “Velha Guarda” numa alusão aos tempos “dourados” dos forcados de Azambuja anos 60, 70 e 80.

Na Tertúlia está bem presente, não só a memória dos vários membros que já desapareceram, como também uma decoração típica com vários objetos taurinos, por exemplo cartazes de corridas em Azambuja e outras por onde o grupo de forcados pegou.

A Tertúlia “Velha Guarda” organiza vários colóquios sobre a tauromaquia em Azambuja, contando com a presença do ganadeiro Joaquim Grave, o matador de toiro Victor Mendes, entre outros relevantes intervenientes da Festa Brava.

A Tertúlia “Velha Guarda” é uma das Tertúlias fundadoras da TTP – Associação de Tertúlias Tauromáquicas de Portugal.


[Tertúlia Velha Guarda, almoço no dia 19 de Novembro de 2016]

Fonte: PararTemplarMandar



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Memórias da Tertúlia "Velha Guarda"